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Será que madeira plástica é tudo igual? Especialista explica as diferenças entre esse produto que é uma revolução para a arquitetura.

Existem diferenças significativas entre as madeiras plásticas disponíveis no mercado. E é fundamental entender quais são essas diferenças antes de decidir o que usar no seu projeto. 

É isso mesmo: existem madeiras plásticas produzidas com PVC, feitas com plástico novo, ou seja, nem um pouco ecológico. Além disso, apresenta um aspecto visual “fake”. É um tipo de madeira plástica que não é mais fabricada no Brasil. Por outro lado existe a madeira plástica ecológica. Aqui no Brasil, uma das principais fabricantes deste tipo de produto é a Rewood Madeira Plástica, que atua no segmento desde 1992 e que não inclui nenhum material orgânico na composição das duas linhas de material que possui. Com a combinação certa de cargas minerais e aditivos, a empresa consegue oferecer a maior garantia do mercado nacional, de até 25 anos, sem derrubar nenhuma árvore e utilizando como matéria-prima resíduos plásticos da indústria.

Existem também as madeiras do tipo WPC. São madeiras plásticas que levam madeira orgânica e plástico na composição. Isso faz com que, em longo prazo, não seja uma escolha interessante, pois, tende a ser mais vulnerável ao ressecamento, manchas, empenamento e apodrecimento. Tudo isso por conta da madeira orgânica na composição. Tratando-se de uma madeira plástica WPC encapsulada, embora tenha uma aparência que esteticamente não é muito fiel à da madeira tradicional, é um pouco melhor que a madeira plástica de PVC. Porém, pode perder a cor e sofrer riscos e, por ter uma camada de plástico protetor, não será possível pintar ou revitalizar a estética da madeira plástica.

Então como escolher adequadamente a madeira plástica para um projeto?

Para ajudar na tomada de uma decisão mais assertiva e segura, o CEO da Rewood, Carlos Eduardo Ristum, compartilhou um pequeno passo-a-passo para acertar na escolha da melhor madeira plástica para o projeto. “É muito importante ter acesso às amostras dos produtos. Para avaliar a estética, textura e o comportamento do material com temperatura, água, sol, etc. Além disso, vale a pena pesquisar o histórico, checar clientes anteriores e verificar os custos de manutenção: e se a madeira perder a cor? Há garantias? E se empenar, será substituída?”, explica o empresário.

“Muita gente esquece de investigar se o produto possui o certificado de garantia. É nele que constam as coberturas oferecidas pelo fabricante e os prazos de cada uma delas”, explica. E por último, é importante lembrar que “madeira plástica não é tudo igual!”, finaliza.

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